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O ĺndice global de Impunidade 2014 do CPJ destaca os países onde os jornalistas são mortos e os assassinos ficam livres

Jornalistas protestam no aniversário de um ano da morte da jornalista Regina Martínez Pérez. Ataques contra a imprensa são tão comuns que as autoridades mexicanas aprovaram uma lei autorizando as autoridades federais a processarem os crimes contra jornalistas. (AP/Felix Marquez)

Nova York, 3 de abril de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o ataque ocorrido hoje mais cedo contra Adrián López Ortiz, diretor-geral do Grupo Noroeste, grupo de mídia proprietário do jornal Noroeste, no estado de Sinaloa. O CPJ também está alarmado pela série de ameaças e assédio contra o jornal nas últimas semanas e urge as autoridades a levar os responsáveis à justiça. 

Nova York, 20 de fevereiro de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas condena a onda de violência, assédio e detenção de jornalistas cobrindo protestos na Venezuela nos últimos dias e insta as autoridades a  garantirem que a imprensa possa trabalhar com segurança. As violações ocorrem em meio a protestos por todo o país que deixaram seis mortos e centenas de feridos. As manifestações começaram em 12 de fevereiro por estudantes universitários que protestavam contra o governo do presidente Nicolás Maduro.

Nova York, 14 de fevereiro de 2014--O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o assassinato na noite de quinta-feira do jornalista brasileiro Pedro Palma e insta as autoridades a investigar a fundo o crime e levar os responsáveis à justiça.

Bogotá, 13 de fevereiro de 2014 - As autoridades venezuelanas tiraram do ar um canal de notícias colombiano que informou sobre os protestos antigovernamentais que deixaram três mortos e dezenas de feridos, segundo informaram o canal e a imprensa.

Jornalistas falam em uma conferência de imprensa, protestando contra o sequestro e assassinato do jornalista Gregorio Jiménez de la Cruz (Reuters/Edgard Garrido)

Nova York, 12 de fevereiro de 2014 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) insta as autoridades mexicanas a realizar uma investigação minuciosa e processar os responsáveis pelo assassinato de Gregório Jiménez de la Cruz. Jiménez foi sequestrado em 5 de fevereiro e seu corpo encontrado terça-feira em uma fossa clandestina junto a duas pessoas no município de Las Choapas no estado de Veracruz, segundo as informações da imprensa.

Informes da linha de frente e ensaios analíticos de especialistas do CPJ cobrem uma variedade de temas de muita importância para jornalistas. Os governos recolhem dados e o conteúdo da comunicação de jornalistas. Os meios de comunicação e o dinheiro se envolvem em um cabo de guerra, com os donos de meios receosos de desfavorecer a China e anunciantes capazes de exercer uma influência surpreendente. Na Síria, os jornalistas estão decididos a informar em meio ao caos e o conflito. No Vietnã, o governo soma esforços para controlar a Internet. E em nível global, eliminar as testemunhas se converteu em um método muito simples para evadir da justiça nos casos de jornalistas assassinados.

Vigilância, legislação restritiva na Internet e ciberataques
obrigam o CPJ a adicionar o ciberespaço na lista de lugares com tendências
na direção errada. Por Maya Taal

Partidários da Irmandade Muçulmana tentam empurrar um jornalista, ao centro, para longe da academia de polícia onde o presidente deposto Mohamed Morsi foi a julgamento, nos arredores de Cairo, em 4 de novembro de 2013. Talvez em nenhum lugar a liberdade de imprensa teve um declínio de forma mais dramática em 2013 do que no polarizado Egito. (Reuters/Amr Abdallah Dalsh).

Os políticos dizem que não há cartéis do crime organizado no
região metropolitana da capital. Jornalistas conhecem mais, mas eles
têm medo de denunciar. Por Mike O'Connor

Agentes da polícia fazem guarda perto de uma cena de crime em Neza, nos arredores da Cidade do México, em 16 de janeiro de 2011. (Reuters / Jorge Dan)

A incapacidade para resolver os assassinatos de jornalistas em Arauca alimenta 
uma atmosfera de hostilidade e intimidação para o
mídia de lá. Por John Otis

O general Rodolfo Palomino, chefe da polícia colombiana, escreve uma mensagem para uma campanha de apoio desmobilização das FARC em Tame, na província de Arauca, em 18 de setembro de 2013. (Reuters / Jose Miguel Gomez)

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