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CPJ se une a pedido pela libertação imediata e incondicional do jornalista de rádio moçambicano Amade Abubacar

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A polícia militar patrulha as ruas de Gorongosa, no centro de Moçambique, em 19 de novembro de 2013. Um jornalista de rádio em Moçambique está em prisão preventiva desde janeiro de 2019. (Reuters / Grant Lee Neuenburg)

Joanesburgo, 11 abril de 2019 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) e 37 outros grupos da sociedade civil emitiram uma declaração conjunta hoje que insta as autoridades moçambicanas a libertem imediata e incondicionalmente o jornalista Amade Abubacar da Rádio Comunitária, que está em prisão preventiva desde a sua detenção em 5 de janeiro.

Abubacar foi preso enquanto entrevistava pessoas que fugiam de ataques na província de Cabo Delgado, no norte do país, e está detido sem julgamento há mais de três meses, segundo informações do CPJ. Ele está detido na prisão de Mieze em Pemba e não está podendo receber visitas de sua família, de acordo com a declaração conjunta.

Abubacar está entre os "10 mais urgentes" casos de jornalistas atacados em todo o mundo, segundo o One Free Press Coalition, do qual o CPJ é uma organização parceira.

A declaração conjunta, emitida no Dia Nacional dos Jornalistas de Moçambique, pode ser lida aqui.

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