Ataques contra a imprensa

2012

Ataques contra a imprensa

Ataque à Imprensa em 2011

Análises e dados mapeiam a situação da liberdade de imprensa da região. Carlos Lauría descreve a ascensão da mídia estatal como poderosa ferramenta de propaganda. Mike O´Connor expõe os fracassados esforços do México para combater a violência letal contra a imprensa.

fevereiro 21, 2012 12:52 PM ET

Ataques contra a imprensa   |   Chile, China, Egypt, Etiópia, México, Paquistão, Syria

Ataque à Imprensa em 2011: A Próxima Revolução da Informação: Abolir a Censura

Mesmo com o comércio e os novos sistemas de comunicação nos transformando em cidadãos globais, as informações necessárias para garantir a responsabilização muitas vezes não ultrapassam as fronteiras. Novas plataformas, como as redes sociais, são ferramentas valiosas, mas a luta contra a censura está longe de acabar. Por Joel Simon.

fevereiro 21, 2012 4:58 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Brasil, Filipinas, México, Paquistão, Rússia

Ataque à Imprensa em 2011: Enquanto as promessas contra a impunidade trazem esperança, o foco se volta para a ação

The global rate of unpunished murders remains stubbornly high at just below 90 percent. Senior officials in the most dangerous countries are finally acknowledging the problem -- the first step in what will be a long, hard battle. By Elisabeth Witchel

fevereiro 21, 2012 4:58 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Cuba, Equador, Nicarágua, Venezuela

Ataque à Imprensa em 2011: Ignorando o interesse público, mídia estatal privilegia fins políticos

Em alguns países latino-americanos, meios de comunicação estatais são usados não apenas para propaganda, mas como plataformas para desacreditar críticos, incluindo jornalistas. Governos investiram na construção de redes multimídia para promover suas agendas. Por Carlos Lauría.

fevereiro 21, 2012 4:58 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   México

Ataque à Imprensa em 2011: Calderón fracassa, e a imprensa mexicana agoniza

O presidente prometeu defender jornalistas com um programa federal de proteção, uma promotoria especial, e uma nova legislação tornando a violência contra a imprensa um crime federal. Ele falhou em quase todas as iniciativas. Por Mike O'Connor

fevereiro 21, 2012 4:58 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Colombia

Ataque à Imprensa em 2011: Colômbia

Embora a violência letal contra jornalistas tenha diminuído consideravelmente nos últimos anos, o cenário da liberdade de imprensa permanece conturbado. Jornalistas continuam a ser atacados e ameaçados com tal frequência que alguns se viram Obrigados a fugir para locais mais seguros dentro da Colômbia ou a exilar-se. Um jornalista de Arboletes foi assassinado em junho, porém os motivos não foram esclarecidos. Nesse contexto violento, grupos de imprensa temeram potenciais consequências de declarações feitas pelo ex-presidente Álvaro Uribe, que descreveu os veteranos repórteres Juan Forero e Claudia Julieta Duque como "simpatizantes do terrorismo", após terem publicado reportagens críticas à administração de Uribe no jornal The Washington Post. A espionagem ilegal contra jornalistas e outros críticos pelo serviço nacional de inteligência, um legado do governo Uribe, continuou sendo objeto de investigação. Mas o progresso foi lento, com casos pendentes contra mais de 20 acusados no fim do ano. Em um golpe à liberdade de imprensa, em maio a Corte Suprema manteve cláusulas sobre difamação no código penal.

fevereiro 21, 2012 4:55 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Guatemala

Ataque à Imprensa em 2011: Guatemala

Cada vez mais jornalistas praticam autocensura, enquanto cartéis mexicanos ampliam sua presença na Guatemala. Em maio, grupos criminosos de quatro províncias espalharam faixas em locais públicos ameaçando atacar jornalistas se cobrissem as atividades das gangues. Um repórter de televisão da província de Escuintla, ao sul, foi assassinado em circunstâncias incertas após receber diversas ameaças. Enquanto a ascensão de grupos criminosos representou um risco crescente, os jornalistas também enfrentaram perigo na cobertura de casos de corrupção no âmbito do serviço público e de questões de segurança interna. Na cidade de Quetzaltenango, ao sudoeste do país, um repórter de televisão e sua família escaparam ilesos quando seu veículo foi alvejado por tiros. O jornalista havia recebido ameaças de morte por sua cobertura de corrupção policial. Uma colunista na cidade de Panajachel foi forçada a se realocar depois de receber uma série de mensagens de texto intimidadoras referindo-se à cobertura sobre um comitê de segurança do cidadão. O grupo de imprensa local CERIGUA documentou um aumento nas violações à liberdade de imprensa nos meses que antecederam as eleições presidenciais de novembro, bem como uma série de agressões e ameaças contra jornalistas no dia da eleição. Otto Pérez Molina, general reformado candidato pelo conservador Partido Patriótico, derrotou o empresário Manuel Baldizón no segundo turno. Enfrentando uma das mais altas taxas de homicídios do mundo, Pérez prometeu utilizar 'mão dura' contra a criminalidade.

fevereiro 21, 2012 4:55 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Estados Unidos

Ataque à Imprensa em 2011: Estados Unidos

Um juiz federal decidiu à favor do repórter James Risen, que invocou a Primeira Emenda para proteger uma fonte confidencial. O Comitê de Repórteres para a Liberdade de Imprensa (RCFP, por suas iniciais em inglês) e outros grupos consideraram esta decisão uma vitória importante para a imprensa. O Departamento de Justiça, que recorreu da decisão, continuou se posicionando de forma agressiva e apresentou acusações penais contra pessoas que vazam informações classificadas. Várias associações de imprensa dos EUA também estavam preocupadas com o número crescente de casos que estavam sendo mantidos sob segredo de justiça pela Suprema Corte. O CPJ informou que o Departamento de Estado ficou aquém em seu primeiro ano de implementação da Lei de Liberdade de Imprensa Daniel Pearl, que exige que as questões sobre o tema sejam incorporadas ao relatório anual sobre direitos humanos do departamento sobre cada país. WikiLeaks esteve nas manchetes novamente quando foram divulgados, sem edição, milhares de telegramas diplomáticos confidenciais dos EUA. Um jornalista etíope foi forçado a fugir do seu país após ser citado em um desses telegramas. Em cinco cidades, a polícia prendeu repórteres e fotógrafos que cobriam as manifestações do Ocupe Wall Street, muitas vezes alegando que os jornalistas não possuíam credenciais suficientes. Pelo menos três outros jornalistas que davam cobertura aos eventos do movimento foram agredidos por manifestantes ou policiais.

fevereiro 21, 2012 4:55 AM ET

Ataques contra a imprensa   |   Equador

Ataque à Imprensa em 2011: Equador

O clima de liberdade de imprensa continuou em rápido declínio durante o governo do presidente Rafael Correa. Em setembro, um relatório especial do CPJ revelou que as políticas de Correa transformaram o país em um dos mais restritivos à imprensa em todo o hemisfério. Em março, Correa perpetrou uma ação por difamação contra executivos do El Universo, um dos principais e entre os mais críticos jornais do país. O caso, centrado em uma mordaz coluna de opinião condenando as atitudes de Correa em um impasse com a polícia durante um motim em 2010, resultou em sentenças de prisão e multas multimilionárias contra os executivos e um ex-editor. Eles foram libertados após recurso no final do ano. Outros funcionários do governo também usaram as arcaicas leis penais de difamação para tentar silenciar jornalistas. O presidente recorreu frequentemente a cadenas--discursos presidenciais que ocupam a programação de transmissão privada em todo o país--para desprestigiar jornalistas individualmente ou os meios de comunicação. Apesar de as cadenas terem sido tradicionalmente usadas para dar informações em épocas de crise, tornaram-se um fórum de confrontação política sob o mandato de Correa. A administração usou outras táticas para suplantar vozes independentes e impor sua própria perspectiva, frequentemente obrigando emissoras a ceder parte dos noticiários para "réplicas" do governo. Em um referendo realizado em maio, eleitores aprovaram iniciativas que permitiriam à administração regular o conteúdo noticioso em áreas vagamente definidas e obrigaria proprietários de meios de comunicação a desfazer-se de participação ou posse de outras empresas.

fevereiro 21, 2012 4:55 AM ET

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