Go »
  Go »

Honduras

2011



Nova York, 18 de julho de 2011 - O jornalista Nery Geremías Orellana foi assassinado a tiros na quinta-feira do departamento [estado] de Lempira, perto da fronteira entre Honduras e El Salvador, noticiou a imprensa hondurenha. Orellana era gerente da emissora local Radio Joconguera e correspondente da emissora de orientação cristã Radio Progresso. Além disso, era membro ativo da Frente Nacional de Resistência Popular (FNRP), organização formada em oposição ao golpe de Estado de 2009 em Honduras, declarou o grupo.

Nova York, 25 de maio de 2011 - Em dois recentes ataques armados, um proprietário de meio de comunicação foi assassinado e o gerente de um jornal ficou ferido. As autoridades hondurenhas devem pôr fim a este nível de violência sem precedentes contra a imprensa, afirmou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Nova York, 11 de maio de 2011 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o assassinato do jornalista Héctor Francisco Medina Polanco em Honduras e insta as autoridades locais a investigar com rigor a sua morte.

Nova York, 29 de abril de 2011--O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) instou hoje as autoridades hondurenhas a proporcionar proteção para Arnulfo Aguilar, diretor da Radio Uno, depois que indivíduos armados tentaram invadir sua residência na cidade de San Pedro Sula, no noroeste do país, segundo as informações da imprensa.

Nova York, 6 de abril de 2011 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) instou hoje as forças de segurança de Honduras a interromper seus ataques contra jornalistas ou as proibições para que cubram os protestos sociais no país. Os ataques foram registrados durante uma greve de professores que se tornou violenta.

Nova York, 25 de março de 2011 - As autoridades hondurenhas devem investigar minuciosamente o ataque a tiros contra o diretor de uma rádio comunitária e proporcionar proteção adequada aos seus funcionários depois de repetidas ameaças de morte, declarou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Na América Latina, a volta da censura

O jornal venezuelano El Nacional deixa espaço em branco para uma imagem que o governo não permitiria. (Reuters/Jorge Silva)

Por Carlos Lauría

Como uma ilustre família de políticos no Estado do Maranhão no poder há mais de 40 anos, os Sarney estão acostumados a chegar a onde querem na vida pública brasileira. Assim, quando em junho de 2009 O Estado de S. Paulo, um dos principais jornais de circulação nacional, publicou denúncias que ligavam José Sarney, então presidente do Senado e ex-presidente do país, ao nepotismo e à corrupção, o clã político não ficou de braços cruzados. Os Sarney recorreram a um juiz em Brasília e conseguiram uma liminar contra O Estado, proibindo o jornal de publicar outras reportagens sobre as alegações. Dezoito meses depois, ao fim de 2010, a proibição continuava em vigor, apesar de críticas nacionais e internacionais.

Principais Acontecimentos
• Onda de assassinatos de jornalistas ocorre em uma atmosfera politizada e de ilegalidade.
• Em investigações de assassinatos, as autoridades são negligentes e indiferentes.

Estatística em Destaque
3: meses se passaram entre o assassinato de Nahúm Palacios Arteaga e o momento em que as autoridades realizaram a autópsia.


Seis jornalistas foram assassinados no breve espaço de sete semanas, e outros três no final do ano, em uma onda de homicídios que se tornou ainda mais chocante devido à resposta descuidada e indiferente do governo. O trabalho de investigação negligente e inapto rendeu a prisão de apenas dois suspeitos em todos os assassinatos, e um juiz rapidamente rejeitou as acusações contra eles. O CPJ apurou que pelo menos três das vítimas foram assassinadas em represália direta por seu trabalho, e continuou investigando os outros casos até o final do ano.

« precedente: 2010 | seguida: 2012 »

  Go »

Tamanho do texto
A   A   A
CONTATO

Américas

Coordenador sênior do Programa:
Carlos Lauría

Pesquisador Associado:
Sara Rafsky

clauria@cpj.org
SRafsky@cpj.org

Tel: 212-465-1004
Ramais 120, 146
Fax: 212-465-9568

330 7ª Avenida, 11 º andar
Nova York, NY, 10001 Estados Unidos

Categorias recentes