Nova York, 21 de março de 2012- O editor do El Faro, jornal digital salvadorenho, afirmou que profissionais foram seguidos após realizarem uma investigação sobre uma rede criminosa que envolve funcionários locais. Acrescentou que um funcionário do alto escalão do governo lhe disse, na semana passada, que membros de gangue estavam irritados com as informações…
Nova York, 13 de março de 2012-O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) elogiou hoje a histórica aprovação pelo Senado mexicano de uma emenda constitucional que, se aprovada pela maioria dos estados, transferiria às autoridades federais a jurisdição sobre os crimes contra a liberdade de imprensa.
Nova York, 12 de março de 2012-O Comitê para a Proteção dos Jornalistas condenou a incursão policial no semanário independente Folha 8, realizada hoje em meio a uma politizada investigação sobre a publicação de uma fotomontagem satírica. Os policiais apreenderam todos os computadores do Folha 8, efetivamente incapacitando o funcionamento de uma das duas publicações…
Nova York, 6 de março de 2012–O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o ataque de domingo contra jornalistas da Globovisión que cobriam uma manifestação política da oposição na Venezuela que foi alvo de tiros. A rede de televisão informou que homens armados, que usavam camisetas vermelhas associadas aos partidários do presidente Hugo…
Mesmo com o comércio e os novos sistemas de comunicação nos transformando em cidadãos globais, as informações necessárias para garantir a responsabilização muitas vezes não ultrapassam as fronteiras. Novas plataformas, como as redes sociais, são ferramentas valiosas, mas a luta contra a censura está longe de acabar. Por Joel Simon.
The global rate of unpunished murders remains stubbornly high at just below 90 percent. Senior officials in the most dangerous countries are finally acknowledging the problem — the first step in what will be a long, hard battle. By Elisabeth Witchel
Em alguns países latino-americanos, meios de comunicação estatais são usados não apenas para propaganda, mas como plataformas para desacreditar críticos, incluindo jornalistas. Governos investiram na construção de redes multimídia para promover suas agendas. Por Carlos Lauría.