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O Caminho para a Justiça

Quebrando o ciclo de impunidade no assassinato de jornalistas

A falta de justiça em centenas de assassinatos de jornalistas em todo o mundo é uma das maiores ameaças à liberdade de imprensa hoje. Enquanto a atenção mundial para a questão tem crescido durante a última década, houve pouco progresso na diminuição das taxas de impunidade. Estados terão que demonstrar muito mais vontade política para implementar compromissos internacionais que impactem os altos índices de violência direcionada rotineiramente enfrentada pelos jornalistas. Um relatório especial do Comitê para a Proteção dos Jornalistas.

outubro 28, 2014 12:01 AM ET

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Segundo tempo para a imprensa brasileira

A justiça prevalecerá sobre a censura e a violência?

O Brasil é o lar de uma mídia vibrante, mas os jornalistas são regularmente assassinados impunemente e jornalistas críticos estão sujeitos a ações judiciais que drenam recursos e censuram histórias importantes. Durante a Copa do Mundo de 2014, essa contradição vai estar em vívida exibição. Será que o governo de Dilma Rousseff tem a vontade e a determinação para derrotar a impunidade e acabar com assédio legal, permitindo que a liberdade de imprensa prospere? Um relatório especial do Comitê para a Proteção dos Jornalistas

maio 6, 2014 11:00 AM ET

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Segundo tempo para a imprensa brasileira

Introdução

Por Joel Simon

Durante muito tempo, o Brasil vem lutando para superar suas contradições. O país possui uma dinâmica, moderna e diversificada economia e uma das piores pobrezas no continente. Foi liderado por dois governos socialistas sucessivos, e ainda mantém uma das distribuições de renda mais distorcidas do mundo.

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
maio 6, 2014 11:00 AM ET

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Segundo tempo para a imprensa brasileira

1. Nas mãos do governo

Por Carlos Lauría

Desde junho de 2013, o Brasil tem sido palco de esporádicas, mas grandes manifestações antigovernamentais que levaram milhões às ruas para protestarem por uma série de motivos, de aumento das tarifas públicas à corrupção e uso de recursos públicos para sediar a próxima Copa do Mundo. Às vezes os protestos se tornaram violentos; um cinegrafista foi morto em fevereiro de 2014. Durante as manifestações, dezenas de jornalistas foram detidos, perseguidos e atacados por policiais e por manifestantes irritados com o tratamento dispensado por alguns veículos de mídia aos protestos.

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
maio 6, 2014 11:00 AM ET

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Segundo tempo para a imprensa brasileira

Texto adicional: Liberdade de imprensa e de mídia são valores ainda em construção

Por Fernando Rodrigues

Os protestos de rua em junho de 2013 no Brasil tiveram ampla cobertura da mídia. Mas pela primeira vez, em muitos anos, os ataques a jornalistas e a meios de comunicação também passaram a ser um tópico frequente do material publicado.

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
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2. O ciclo vicioso da impunidade

Por Sara Rafsky

Quando a Copa do Mundo começar no Brasil em junho, o governo da presidente Dilma Rousseff estará comemorando a emergência do país como potência global. O evento, a ser realizado em vários locais em todo o país, vai colocar em evidência um vasto e diversificado país, ao contrário dos Jogos Olímpicos, que o Brasil sediará dois anos depois, só numa cidade, o Rio de Janeiro. Enquanto o assassinato em 2012 de um cronista esportivo local, em Goiânia no Centro-Oeste, possa ser contrário à história oficial de sucesso, isso reflete as realidades díspares de um país imenso como o Brasil, e retrata um lado mais sombrio do "esporte maravilhoso".

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
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Apêndice: Jornalistas mortos no Brasil desde janeiro de 2011

A pesquisa do CPJ determinou que pelo menos 12 jornalistas foram mortos em represália direta por seu trabalho desde que Dilma Rousseff foi empossada como presidente em 1º de janeiro de 2011. Outros cinco foram mortos em circunstâncias obscuras, e o CPJ continua a investigar esses casos.

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
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3. Censura através dos tribunais

Por John Otis

Publicado desde 1824 na cidade brasileira de Recife, Pernambuco, no nordeste do país, o Diário de Pernambuco é o mais antigo jornal diário da América do Sul ainda em circulação. Ao longo dos seus 190 anos o jornal mexeu com interesses poderosos e foi censurado por regimes militares do Brasil. Mas, no ano passado, o Diário de Pernambuco sofreu seu primeiro caso de censura oficial desde que o Brasil voltou à democracia em 1985.

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
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4. O Marco Civil da Internet

Por Geoffrey King

O destino da liberdade de expressão no Brasil depende, em parte, da implementação da histórica lei em matéria de direitos de Internet, o Marco Civil da Internet.

A polícia, soldados e jornalistas tomam posição durante operação em uma favela na capital em novembro de 2010. (Reuters/Sergio Moraes)
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