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Jornalista crítico assassinado na República Dominicana

Nova York, 3 de agosto de 2011 - O corpo de José Agustín Silvestre, crítico jornalista dominicano que editava uma revista e apresentava um programa de televisão, foi encontrado na manhã de terça-feira, depois de ser raptado por homens armados na cidade de La Romana, segundo as informações da imprensa.

agosto 3, 2011 6:18 PM ET

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Repórter dominicano ferido durante cortejo fúnebre

Nova York, 2 de fevereiro de 2011 - Policiais dominicanos feriram na sexta-feira o jornalista Francisco Frías Morel, que cobria o cortejo fúnebre de um jovem morto durante um tiroteio da polícia na cidade de Nagua, no nordeste do país, segundo as informações da imprensa e entrevistas realizadas pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). A organização instou hoje as autoridades locais a conduzir uma investigação completa e a levar os responsáveis à justiça.

fevereiro 2, 2011 4:30 PM ET

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Cinegrafista que cobria criminalidade é assassinado a tiros

Nova York, 8 de agosto de 2008 - Agressores não identificados mataram a tiros o jornalista dominicano Normando García na tarde de quinta-feira na cidade de Santiago, 163 km ao norte da capital, Santo Domingo. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) está investigando se o assassinato de García está vinculado ao seu trabalho jornalístico.

Por volta de 18h40, García, cinegrafista do programa diário "Detrás de la Noticia" e produtor do programa musical "Pachanga Mix" na estação de televisão Teleunión, estava deixando seu carro para lavar quando foram efetuados múltiplos disparos de armas de fogo de um veículo em movimento, segundo informes da imprensa local.

agosto 8, 2008 12:00 PM ET

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Tribunal dominicano sentencia indivíduo a 30 anos por assassinato de jornalista

Nova York, 3 de maio de 2007—O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) saúda a decisão de um tribunal de justiça dominicano que sentenciou o líder de uma organização criminosa a 30 anos de prisão pelo assassinato do jornalista Juan Emilio Andújar Matos, ocorrido em 2004.

Um tribunal de Azua também ordenou que Vladimir Pujols, líder do grupo de narcotraficantes “Los Sayayines”, pague 1.300.000 pesos dominicanos (40.945 dólares norte-americanos) ao jornalista de rádio Jorge Luis Sención, que presenciou o assassinato e foi ferido à bala durante uma segunda emboscada. Os advogados de Pujols afirmaram a jornalistas locais que apelarão da sentença, segundo a imprensa dominicana.
maio 3, 2007 12:00 PM ET

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Jornalista seqüestrado

Nova York, 9 de março de 2006 – O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o seqüestro e tentativa de assassinato, na manhã de quarta-feira, de um jornalista dominicano que cobre a área de polícia. Agressores desconhecidos levaram Roberto Sandoval de frente de sua casa, em Santo Domingo, e o ameaçaram de morte, segundo informaram a imprensa local e uma fonte do CPJ. Sandoval conseguiu escapar saltando do carro em movimento, enquanto seus agressores atiravam contra ele.
março 9, 2006 12:00 PM ET

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Jornalista assassinado em emboscada após programa sobre onda de crimes

Nova York, 16 de setembro de 2004 – Um jornalista dominicano foi emboscado e assassinado por pistoleiros esta semana, momento depois de um programa de rádio no qual informou sobre a sangrenta onda de crimes que tem contraposto integrantes de uma quadrilha criminosa e a polícia no município meridional de Azua, de acordo com informes da imprensa local.

Juan Emilio Andújar Matos, apresentador do programa semanal "Encuentro Mil 60", transmitido pela rádio Azua, e correspondente do matutino de Santo Domingo Listín Diario, foi assassinado em um ataque em 14 de setembro. Jorge Luis Sención, um jornalista de rádio que presenciou o ataque, foi baleado mais tarde e perdeu o antebraço direito que precisou ser amputado.
setembro 16, 2004 12:00 PM ET

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Oficiais de Segurança do Estado intimidam jornalista



Nova York, 13 de junho de 2003 ­
Na quarta-feira, 11 de junho, oficiais de Segurança do Estado da República Dominicana interrogaram o jornalista Marino Zapete Corniel e o acusaram de insultar o presidente Hipólito Mejía em vários artigos recentes.

Segundo Zapete, por volta das 6 horas da manhã, quatro oficiais do Departamento Nacional de Investigações (DNI) e um ajudante fiscal se apresentaram em sua casa, na capital Santo Domingo, e lhe pediram que os acompanhasse à sede do DNI para que respondesse a algumas perguntas. Depois de um interrogatório que se prolongou por cinco horas, o diretor de imprensa da Presidência informou ao diretor do DNI, general Fernando Cruz Méndez, e a Zapete que tinha ordens do presidente para deixar livre o jornalista.
junho 13, 2003 12:00 PM ET

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