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Nicarágua


Em alguns países latino-americanos, meios de comunicação estatais são usados não apenas para propaganda, mas como plataformas para desacreditar críticos, incluindo jornalistas. Governos investiram na construção de redes multimídia para promover suas agendas. Por Carlos Lauría.

Nova York, 21 de setembro de 2011--O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) está preocupado com a saída do país da jornalista nicaraguense Silvia González na semana passada depois de receber reiteradas ameaças de morte que faziam referência ao seu trabalho, segundo informações da imprensa.

Nova York, 23 de fevereiro de 2011--O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) está preocupado com as ameaças de morte contra o repórter investigativo Luis Galeano que se preparava para publicar uma séria de reportagens sobre corrupção oficial.
Nova York, 10 de novembro de 2004 - A repórter Maria José Bravo, que fazia a cobertura informativa de uma disputa sobre as recentes eleições, foi morta ontem, 9 de novembro, em frente a um escritório eleitoral na cidade de Juigalpa, na cabeceira do departamento central de Chontales.

Bravo, de 26 anos de idade, correspondente do diário de Manágua La Prensa em Chontales, acabara de sair do centro de apuração de Juigalpa e conversava com várias pessoas quando recebeu um disparo à queima-roupa por volta das 18h30, informou o La Prensa. A jornalista foi levada para um hospital em Juigalpa, mas chegou sem vida.
Nova York, 27 de agosto de 2004— O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) manifesta sua preocupação pelos atos de intimidação denunciados pelo jornalista nicaragüense Sergio León Corea, que tem realizado matérias sobre o narcotráfico e a corrupção policial na cidade de Bluefields para o diário La Prensa, de Manágua.

León Corea, correspondente em Bluefields, na costa caribenha, disse ao CPJ que na madrugada de 17 de agosto sujeitos não identificados penetraram em sua casa e tentaram forçar a porta do quarto onde o jornalista dormia com sua esposa e sua filha de 7 anos. Leon Corea relatou que gritou para afugentá-los e deu um tiro para o alto, após o qual os invasores fugiram.
Nova York, 11 de fevereiro de 2004 ­ O jornalista nicaragüense Carlos José Guadamuz foi assassinado a balas ontem na capital da Nicarágua, Manágua, quando chegava ao trabalho. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) continua investigando se o assassinato está vinculado ao seu trabalho jornalístico.

Segundo versões difundidas pela imprensa local, o jornalista foi morto por volta das 13h00 no estacionamento do Canal 23, onde o jornalista apresentava seu programa vespertino "Dardos al centro". Quando Guadamuz saiu de sua caminhonete junto com um de seus filhos, um indivíduo que aparentemente o esperava disparou várias vezes à queima-roupa. O agressor tentou fugir, mas caiu e foi subjugado pelo filho de Guadamuz e empregados do Canal 23. Guadamuz foi levado a um hospital de Manágua, mas o declararam morto ao chegar. O assassino foi identificado como sendo William Hurtado García, um vendedor ambulante e segurança.
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