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Honduras


Nova York, 28 de setembro de 2009—O governo interino de Honduras deve permitir que dois meios de comunicação privados leais ao presidente deposto Manuel Zelaya voltem ao ar imediatamente, disse hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Funcionários hondurenhos, agindo sob um novo decreto que suspende liberdades civis, fecharam a Radio Globo e a emissora de TV Canal 36 no início da manhã de hoje, de acordo com as informações da imprensa local e internacional.
Nova York, 13 de julho de 2009 - Jornalistas venezuelanos da cadeia de televisão regional Telesur e da emissora estatal Venezoelana de Televisión (VTV) abandonaram Honduras no domingo, depois que o grupo foi detido e hostilizado na capital, Tegucigalpa. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) reiterou sua solicitação ao governo interino de Honduras para que respeite a liberdade de expressão e permita que todos os meios de comunicação possam informar livremente, sem nenhuma interferência.
Nova York, 6 de junho de 2009—Um agressor não identificado matou a tiros, na sexta-feira, o jornalista hondurenho Gabriel Fino Noriega na cidade de San Juan Pueblo, segundo as informações da imprensa local. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) instou as autoridades hondurenhas a conduzirem uma investigação completa sobre o assassinato de Noriega e a levarem os responsáveis à justiça.


Nova York, 30 de junho de 2009 - Militares hondurenhos detiveram brevemente sete jornalistas, fecharam temporariamente várias estações de telecomunicações e bloquearam intermitentemente os sinais de transmissão de vários canais noticiosos internacionais após o golpe de estado que destituiu o presidente Manuel Zelaya no fim de semana. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) instou hoje os que detêm o poder em Honduras a permitirem que a imprensa informe livremente e sem medo de represálias.
Nova York, 1º de abril de 2009 - Pistoleiros mataram o jornalista hondurenho Rafael Munguía Ortiz na noite de terça-feira na cidade de San Pedro Sula, no norte do país, segundo os informes da imprensa. As autoridades de Honduras devem investigar seu assassinato imediatamente e levar à justiça todos os responsáveis, destacou hoje o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Morte de jornalistas atinge o índice mais alto em uma década
A metade ocorreu no Iraque; número recorde na Somália

Nova York, 19 de outubro de 2007—Indivíduos não identificados assassinaram a tiros o jornalista Carlos Salgado na tarde de quinta-feira, quando ele saía do escritório da Rádio Cadenas Voces na cidade de Tegucigalpa, capital do país. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) está investigando possíveis vínculos entre o assassinato de Salgado e seu trabalho como jornalista.

Salgado, de 67 anos, era apresentador do programa de rádio “Frijol el Terrible” (Feijão, o terrível). Depois de gravar seu programa, saía dos estúdios da rádio por volta das quatro da tarde quando foi interceptado por quatro indivíduos que dispararam contra ele à queima-roupa, de acordo com a imprensa local. Os agressores fugiram em um veículo Toyota Four Runner cinza, segundo testemunhas citadas pela imprensa.

31 de maio de 2007

José Manuel Zelaya Rosales
Presidente de Honduras
Casa Presidencial
Tegucigalpa, Honduras

Por fax: + (504) 239-3298


Senhor Presidente:

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) escreve para expressar sua preocupação ante a decisão adotada por V.Ex.ª de exigir que os meios de comunicação audiovisuais e radiofônicos de Honduras transmitam programas com informação governamental, o que viola o direito à livre expressão tal como está consagrado na Constituição hondurenha.
Nova York, 26 de maio de 2005 ­ O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) saúda a recente sentença da Corte Suprema de Justiça hondurenha que retira a figura do desacato do Código Penal.

Em 19 de maio, a Turma Constitucional da Corte Suprema resolveu que o artigo 345 do Código Penal era inconstitucional porquê estabelecia um “regime especial de proteção” aos funcionários públicos e restringia a liberdade de expressão. Os efeitos da sentença que anulou o desacato são de execução imediata.
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