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Colombia


Nova York, 16 de maio de 2012 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) condena o atentado de terça-feira contra Fernando Londoño, ex-ministro que atualmente apresenta um programa de rádio. Londoño ficou ferido no ataque à bomba em Bogotá, no qual morreram seu motorista e seu guarda-costas.

Nova York, 30 de abril de 2012 - Jornalista francês, que foi ferido durante o combate entre tropas do exército colombiano e guerrilheiros, desapareceu e pode ter sido seqüestrado pelos rebeldes segundo as autoridades colombianas e francesas.

Nova York, 23 de abril de 2012 - Três jornalistas provinciais colombianos se viram obrigados a abandonar suas cidades nos últimos meses após receber ameaças de morte ligadas a grupos armados. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) pediu hoje às autoridades para garantir a sua segurança.

Nova York, 16 de março de 2012--Um jornalista que trabalhava em rádio foi assassinado a tiros na quinta-feira por um homem armado não identificado, segundo as informações da imprensa.

Embora a violência letal contra jornalistas tenha diminuído consideravelmente nos últimos anos, o cenário da liberdade de imprensa permanece conturbado. Jornalistas continuam a ser atacados e ameaçados com tal frequência que alguns se viram Obrigados a fugir para locais mais seguros dentro da Colômbia ou a exilar-se. Um jornalista de Arboletes foi assassinado em junho, porém os motivos não foram esclarecidos. Nesse contexto violento, grupos de imprensa temeram potenciais consequências de declarações feitas pelo ex-presidente Álvaro Uribe, que descreveu os veteranos repórteres Juan Forero e Claudia Julieta Duque como "simpatizantes do terrorismo", após terem publicado reportagens críticas à administração de Uribe no jornal The Washington Post. A espionagem ilegal contra jornalistas e outros críticos pelo serviço nacional de inteligência, um legado do governo Uribe, continuou sendo objeto de investigação. Mas o progresso foi lento, com casos pendentes contra mais de 20 acusados no fim do ano. Em um golpe à liberdade de imprensa, em maio a Corte Suprema manteve cláusulas sobre difamação no código penal.

Nova York, 13 de outubro de 2011 - Luis Agustín González, fundador e editor do jornal mensal colombiano Cundinamarca Democrática, foi condenado a 20 meses de prisão com pena suspensa e multa de aproximadamente US$ 5.500 por um tribunal no departamento [estado] de Cundinamarca após ser condenado por calúnia e difamação, segundo as informações da imprensa. A sentença baseou-se em um editorial que González escreveu no qual questionava a candidatura de uma política local.

Nova York, 5 de julho de 2011 - Luis Eduardo Gómez, jornalista colombiano independente que foi testemunha em um inquérito sobre vínculos entre políticos e grupos paramilitares, foi assassinado a tiros na quinta-feira em Arboletes, no departamento [estado] de Antioquia, segundo as informações da imprensa. O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) instou hoje as autoridades a investigar o assassinato de forma minuciosa e a processar os responsáveis.

Nova York, 6 de janeiro de 2011 - O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) instou hoje as autoridades colombianas a investigar minuciosamente a tentativa de assassinato do diretor de uma emissora provincial de televisão na Colômbia. Mario Esteban López Ortega, conhecido por suas críticas às autoridades locais, escapou de uma tentativa de assassinato na terça-feira após ter sido sequestrado na cidade de Ipiales, departamento [estado] de Nariño.

O Índice de Impunidade do CPJ em 2011 destaca os países onde Jornalistas são assassinados e os responsáveis ficam livres

Calderón prometeu combater os crimes contra a imprensa, mas as ações têm sido lentas (Reuters/Henry Romero)

Na América Latina, a volta da censura

O jornal venezuelano El Nacional deixa espaço em branco para uma imagem que o governo não permitiria. (Reuters/Jorge Silva)

Por Carlos Lauría

Como uma ilustre família de políticos no Estado do Maranhão no poder há mais de 40 anos, os Sarney estão acostumados a chegar a onde querem na vida pública brasileira. Assim, quando em junho de 2009 O Estado de S. Paulo, um dos principais jornais de circulação nacional, publicou denúncias que ligavam José Sarney, então presidente do Senado e ex-presidente do país, ao nepotismo e à corrupção, o clã político não ficou de braços cruzados. Os Sarney recorreram a um juiz em Brasília e conseguiram uma liminar contra O Estado, proibindo o jornal de publicar outras reportagens sobre as alegações. Dezoito meses depois, ao fim de 2010, a proibição continuava em vigor, apesar de críticas nacionais e internacionais.

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