Nova
O cadáver de Niño de Guzmán foi encontrado por volta do
meio-dia na região de Retamanis, em
Julieta Tovar, repórter da Agência de Notícias Fides, afirmou não ter conhecimento de ameaças contra Niño de Guzmán. A polícia informou que nenhum dos pertences do jornalista havia sido roubado, de acordo com a imprensa.
"O CPJ está estarrecido com a brutal morte de David Niño de Guzmán", afirmou Carlos Lauría, coordenador sênior do programa das Américas do CPJ. "Instamos as autoridades bolivianas a conduzir uma investigação minuciosa que abranja todos os possíveis motivos".
Durante os 16 anos de sua carreira jornalística, Niño de Guzmán, de 42 anos, trabalhou para vários jornais importantes, incluindo La Razón e El Diario, e para a Cadeia A de televisão. O jornalista começou a trabalhar para a Agência de Notícias Fides, afiliada à Companhia de Jesus, e se tornou chefe de reportagem em março de 2010. Em uma declaração emitida ontem, cinco organizações de imprensa bolivianas instaram as autoridades a investigar a morte de Niño de Guzmán, e acrescentaram que não se deve descartar um eventual motivo relacionado com seu trabalho jornalístico, informou o Los Tiempos.

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